sábado, 26 de janeiro de 2008

Escrever...eu amooo!


Percebí que gosto muito de escrever, que escrever me ajuda a esquecer as amarguras da vida...e tem até uns “loucos “ por aí que dizem que escrevo bem(e isso até me dá ânimo).rs.O fato é que escrevo o que vem na telha...geralmente tem um momento que sinto mais necessidade de sentar e escrever.As idéias vão aparecendo do nada,e eu fico remoendo algumas sensações,vontades,sentimentos,e então acontece de sair um texto grande em questão de minutos,como se eu já soubesse de cor e salteado e não precisasse pensar em nada apenas transcrever o que já estava pronto.Até me assusto com isso ás vezes,mas escrevo . E o que escrevo na maioria das vezes é uma reprodução de um momento que estou vivendo.
Portanto meus textos retratam o que amo, o que ouço, o que vivo, o que sinto, o que me faz bem ,o que me faz mal, o que sonho... Enfim o que escrevo são minhas emoções.
Mas ninguém vá pensar, que basta ler tudo que já escrevi pra saber o que está acontecendo hoje em minha vida, a Michelle que escreveu os textos a um tempo atrás não é mais a mesma,se minhas idéias não mudaram de direção,ao menos devem ter mudado de intensidade,talvez pra menos, ou pra mais.Eu mudo o tempo todo...
Acho que o que acontece com meus textos é o mesmo que acontece com fotos,tem fotos que estamos tristes,mas não indica que somos deprimidos,já aconteceu de publicar um texto muitos dias depois de tê-lo escrito, e no momento de publicá-lo ,ver que já nem fazia tanto sentido,e as sensações que me levaram a escrever já nem existiam mais...
Depois de pensar nisso tudo cheguei a melhor definição para os Meus Momentos:Uma coleção grande de arquivos,das minhas emoções, sensações e lembranças...ou seja um grande álbum de retratos da minha vida!
Hoje estou assim...caminhando sem saber pra onde,sem destino certo...uma confusão enorme em minha cabeça...várias coisas ao mesmo tempo.Por isso resolvi ficar em casa escrevendo e estudando um pouquinho.
"Não é fácil ter paciência diante dos que têm excesso de paciência."
Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Um Raro Momento...


Como definir um raro momento?Não dá... Eles Existem apenas para serem sentidos.
Raros momentos são como grãos de areia,folhas sopradas ao vento,calor na pele , coração aquecido,sabor de chocolate,sabor de beijo,sabor de amor,beijos com sabor de brilho roll on sabor morango,o tremor de sentir a mão segura,olhar pra barriga e seni-la crescer e saber que a li dentro tem uma vida(esse raro momento ainda não desfrutei),olhar um casal de velhinhos namorando,observar crianças brincando,ensinar meu sobrinho a dar os primeiros passos,ensinar minha afilhada a chamar madrinha(adinha),assistir ao nascer do sol,vê o pôr do sol no jacaré,despedir-se da infância,passar no vestibular,primeiro emprego,primeiro salário,um abraço inesperado,um beijo roubado,a primeira queda de bicicleta,dormir agarradinha num dia de chuva,encontrar aconchego no corpo do amado...e tantas outras coisas que não são menos importantes mas que agora não me vem a cabeça.
Tenho vividos momentos únicos em minha vida,aliás sempre procuro viver como se fosse o último e único momento,talvez aí esteja o mistério pra viver bem,ou ao menos tentar...
Não sei ...só sei que o que realmente importa é viver cada momento de sua vida com intensidade,com respeito com paixão,com despreendimento,e com a certeza que são únicos e especiais...E infelizmente esses raros momentos passam e passam sem que a gente nem perceba,quando nos damos conta...já foi!
Para se viver um RARO MOMENTO,é somente não ter medo ou receio de viver...
Carpe Diem...Aproveite seu dia!


PS:Todos os momentos devem ser vividos intensamentes e considerados raros...pois eles não voltam!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Mudanças...


O ano começou e muita coisa em mim já mudou,a vontade de fazer tudo diferente continua. A diferença é que estou tentando, de verdade. Comecei o ano vestida de preto, pode parecer deprê, para algumas pessoas mas pra mim foi um símbolo de mudança,cansei de usar branco porque o mundo todo usa.Já percebo há tempos que o que gera ansiedade em mim e na maioria das pessoas é a agonia de transformar as coisas na hora exata que lhes convém.
Descobrí que isso é impossível. Aceitei que ás vezes quero, mas não posso,não naquele momento, naquele instante. Então, pequenos gestos simbolizam grandes atos atualmente na minha vida. Não vou mais me expor a nada que me faça mal. Não vou mais sorrir quando estou com vontade de chorar e muito menos chorar se estou com vontade de sorrir.
Não vou mais esconder meus sentimentos,sejam eles quais forem...Quero sentar e esperar o tempo que for necessário até a tempestade partir. Perda de tempo é sair correndo agoniada pelas ruas sem saber pra onde ir e me molhar inteira simplesmente porque não quero ficar parada. Não estou parada, estou observando. Não estou sozinha, estou comigo mesma. Então agora é assim: não quero mais ser 8 ou 80. Apesar de me dizerem que tudo que não posso mais é ser espontânea,vou ser, cada vez mais. Espontaneidade é uma marca minha,sou eu em essência e isso eu não posso mudar.
Tem um momento na vida em que a gente dá menos importância ao mundo e mais importância ao que queremos de verdade, seja um prato de bata frita ou uma viajem p/ o exterior. Tem uma hora que só mesmo o que importa é aquilo que nos faz feliz, bom ou mau, adequado às normas sociais vigentes ou não, mas totalmente coerente com a vida que escolhemos viver, com as pessoas que amamos e nos amam da maneira que podem e sabem.
Tem um momento de vida que a gente escolhe a si mesmo.
É pra lá que eu tô indo. Bora?


DEUS É CAPAZ...